Os projetos complementares são um guia para execução da obra. É importante para que as necessidades do cliente ou usuário sejam transformadas na melhor solução possível.

Normalmente, os Projetos Complementares são coordenados pelo arquiteto responsável pelo projeto, pois costumam gerar interferências que precisam ser solucionadas.

Se integram e completam ao Projeto Arquitetônico. Todos os elementos são previamente dimensionados, especificados e compatibilizados. Portanto, eles devem ser realizados por engenheiros especialistas em cada área.

São constituídos por projetos:

– Estrutural:
Fundações, arrimos, estruturas de (concreto armado, metálica, madeira, pré-moldados de concreto);

– Hidráulico:
 Instalações hidro sanitárias, abastecimento, distribuição, sistemas de aquecimento de água, reservatórios, captação de água pluvial, tanques sépticos, esgotos, gás;

– Elétrico:
Instalações elétricas, sistemas de energia, cargas, circuitos, pontos elétricos, fiação, potencias, correntes, distribuição, aterramento;

– Telefonia e Lógica:
Redes, terminais, telefone, interfone, internet, TV a cabo, PABX;

 Luminotécnica:
Iluminação especial, tipos de lâmpadas e luminárias, quantidade de potência, localização, distribuição;

– Climatização:
Ar condicionado, aquecedores, calefação, pisos aquecidos;

– Segurança:
Centrais, alarmes, câmeras, sensores, cerca elétrica;

– Automação:
 Controle de equipamentos, sistemas de iluminação, temperatura ambiente, segurança, telecomunicações, entretenimento, etc;

– Proteção conta incêndio:
 Hidrantes, extintores, sprinklers, portas corta-fogo, detector de gás e calor por alarme;

Os projetos garantem segurança e evitam surpresas durante a execução da obra. Ou seja, são imprescindíveis para um bom resultado.

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Até o próximo post.